Runner Linux user-mode para binários ARM 32-bit (estilo qemu-arm), construído
sobre o arm-jitter. Carrega um ELF estático, monta a pilha ABI do
Linux, mapeia os kuser helpers do kernel ARM e traduz syscalls EABI para o host — com
o CPU rodando no JIT de bytecode JVM do arm-jitter (ARMv5TE).
É a task B4.0 do roadmap do arm-jitter (arm-jitter/tasks/trilha-b-arquiteturas/ b4.0-runner-user-mode.md) e o veículo de validação das trilhas de arquitetura
(ARMv6K/Thumb-2/ARMv7 serão exercitadas aqui com binários reais de gcc).
mvn package
java -jar target/armbox-1.0-SNAPSHOT.jar [--arch=...] [--machine=linux-user|cortex-m] [--interp|--check] [--ram-size=N] <elf|bin> [args...]| Flag | Efeito |
|---|---|
--arch=armv5te (padrão) |
ArmArchitecture.ARMV5TE — comportamento histórico do armbox, sem mudança |
--arch=armv6k |
ArmArchitecture.ARMV6K — habilita extend/reverse/UMAAL, SIMD paralelo, PKH/SAT/USAD8, LDREX/STREX/CLREX, CPS/SETEND/WFI (B1.1-B1.6) |
--arch=thumb2 |
ArmArchitecture.ARMV6K_THUMB2 — ARMv6K mais o subconjunto Thumb-2 de 32 bits já implementado (infra de B2.1 + data-processing de B2.2: modified immediate com carry-out, MOVW/MOVT, ADD/SUB/ADR, forma registrador com shift incl. RRX). Não é o ARMv7-A completo — sem load/store 32-bit, branches/IT ou misc de 32 bits ainda (task B4.0.2) |
--arch=armv7a |
ArmArchitecture.ARMV7A — inteiro v7 completo + VFPv2 (épico B3) |
--arch=armv6m / --arch=armv7m |
ArmArchitecture.ARMV6M/ARMV7M — perfil Cortex-M (épico B7); exige --machine=cortex-m |
--machine=linux-user (padrão) |
modo de sempre: ELF Linux + syscalls (ver seções abaixo) |
--machine=cortex-m |
bare-metal Cortex-M (task B7.5, ver seção própria) — exige --arch=armv6m ou armv7m |
--ram-size=N |
só --machine=cortex-m: tamanho da RAM em 0x20000000 em bytes (default 1 MiB) |
| (padrão) | JIT bytecode JVM (JitRuntimeFactory.armThumb) |
--interp |
Interpretador IR (debug/oráculo) |
--check |
JIT e interpretador em paralelo, aborta na primeira divergência |
--arch/--machine/--ram-size são processados antes de --interp/--check e antes
do caminho do arquivo; podem ser combinados: --arch=armv6k --check testdata/armv6k-torture.elf.
O código de saída do processo é o exit() do guest (--machine=linux-user) ou o
SYS_EXIT do semihosting (--machine=cortex-m).
armbox é um runner user-mode puro — não há temporizador nem controlador de IRQ
(isso é infraestrutura de sistema completo, fora de escopo; ver B4.1). Um WFI
(ARMv6K, hint "wait for interrupt") de verdade colocaria o core em HALT esperando uma
interrupção que nunca chega, travando o processo para sempre.
A escolha explícita: o laço principal de Armbox.run chama ArmCore#wake() sempre
que observa o core em HALT após uma fatia de blocos — sem passar por
setInterruptLine/vetor de exceção IRQ (que exigiriam uma tabela de vetores mapeada,
que um guest user-mode não tem). Isso espelha o Linux real: um WFI em modo usuário
só estala o pipeline até o próximo tick do timer do kernel (tipicamente <10ms) e a
execução do processo continua normalmente, sem nenhum sinal sendo entregue. Sob essa
política, WFI vira um no-op observável para o guest — os registradores não mudam e a
instrução seguinte executa normalmente (validado pelos checks 25/26 de
armv6k-torture.s).
busybox estático (musl, armv5l) roda: echo, sh -c 'echo a; echo b',
aritmética do shell, uname — em JIT, interpretado e no modo --check
(zero divergências JIT×interpretador com código musl real).
- Loader ELF32
ET_EXECestático (PIE e dinâmico são rejeitados com mensagem clara). - Pilha inicial ABI: argc/argv/envp + auxv (AT_PHDR/PAGESZ/ENTRY/RANDOM/HWCAP/...).
- kuser helpers (
0xFFFF0Fxx): memory barrier, cmpxchg (não-SMP) e get_tls. - Syscalls:
exit, exit_group, read, write, writev, brk, mmap2 (anônimo), munmap, open/openat/close/lseek/_llseek (somente leitura), stat64/lstat64/fstat64, ioctl (TCGETS/TIOCGWINSZ), getcwd, access/faccessat, fcntl64, uname, clock_gettime, gettimeofday, getpid/tid/uid/gid, set*id (no-op), wait4 (-ECHILD), rt_sigaction/rt_sigprocmask (ignorados), readlink (-EINVAL), cacheflush, set_tls. Desconhecidas: log +-ENOSYS. - Segfault do guest = dump de registradores + exit 139 (como um shell reportaria).
- SMC coberto: a memória guest é envolvida por
InvalidationAwareAddressSpace.
Limites atuais (fase 3 se houver demanda): sem fork/vfork/execve — o shell
roda builtins em processo, mas pipelines, subshells e comandos externos não; sem
escrita em arquivos; sem getdents64 (ls); sem entrega de sinais.
Armadilha documentada: TCGETS escreve o termios do KERNEL (36 bytes), não o da
libc (60) — escrever 60 estoura o buffer de pilha do chamador e o processo "retorna"
para pc=0. Custou uma sessão de debug; ver LinuxGuest.KERNEL_TERMIOS_SIZE.
Não há toolchain glibc no Windows; os binários de teste usam syscalls cruas
(-nostdlib) compilados pelo devkitARM (C:\devkitPro\devkitARM):
.\testdata\build-testdata.ps1 # gera testdata/hello.elf a partir de hello.s
java -jar target/armbox-*.jar testdata/hello.elf # → "hello from a real ELF", exit 42Os testes de integração também montam ELFs sintéticos em memória (instruções ARM
codificadas à mão em ArmboxIntegrationTest), então mvn test funciona sem toolchain.
testdata/busybox-armv5l é o build estático oficial de busybox.net (musl, ARMv5L):
java -jar target/armbox-*.jar testdata/busybox-armv5l sh -c "echo a; echo b"B1.1-B1.6 implementaram e testaram ARMv6K inteiramente por equivalência Java — nunca
por um binário ELF real. testdata/armv6k-torture.s fecha essa lacuna: um torture
test escrito à mão (-nostdlib, devkitARM -march=armv6k), auto-verificável, cobrindo
pelo menos um representante de cada grupo de instrução novo:
SXTBcom rotação,UXTAHcom acumulador e rotação;REV/REV16,UMAAL;SADD16(com GE),UQSUB8,UADD8+SEL(SEL consumindo o GE produzido);PKHBT,SSAT(com o Q sticky),USAD8;LDREX/STREX/CLREX— sucesso E as duas formas de falha do monitor de exclusividade, forçadas explicitamente:STREXsemLDREXprévio, eLDREX→CLREX→STREX;CPS(CPSID/CPSIE if),SETEND(round-trip BE→LE sem acesso a dado no meio — ver Armadilhas),WFI(ver seção acima sobre a política de auto-wake).
Cada grupo compara o resultado contra o vetor esperado (os mesmos valores dos testes
Java ArmV6*Test) e sai com um código de saída único por checagem (1-26) se
divergir; sucesso = exit 0.
java -jar target/armbox-*.jar --arch=armv6k testdata/armv6k-torture.elf # exit 0, "armv6k torture: ok"
java -jar target/armbox-*.jar --arch=armv6k --interp testdata/armv6k-torture.elf
java -jar target/armbox-*.jar --arch=armv6k --check testdata/armv6k-torture.elftestdata/armv6k-torture-broken.s é o "teste do teste": uma cópia mínima do mesmo
padrão de verificação com um valor esperado deliberadamente errado — prova que o
harness realmente detectaria uma regressão (exit 77, não 0). Não é cobertura de
instrução nova, só uma sentinela do harness em si (ArmV6TortureTest).
testdata/hello-armv6k.s é o sinal complementar: o mesmo hello.s (sem nenhuma
instrução ARMv6K nova — GCC raramente emite SIMD paralelo/UMAAL/LDREX sem intrínsecos)
recompilado com -march=armv6k, provando que o toolchain aceita o alvo para código
"normal" também. hello.elf/hello.s (ARMv5TE) continuam intocados.
B2.1 (infra) e B2.2 (data-processing de 32 bits) foram implementados e testados
inteiramente por equivalência Java (Thumb2DataProcessingDecoderTest) — nunca por um
binário ELF real. Diferente de B4.0.1, a arquitetura ARMV6K_THUMB2 (com
ArmFeature.THUMB2 + Thumb2DataProcessingDecoder) não existia como preset público
antes desta task — só como ArmArchitecture.extending(...) construído manualmente
dentro de cada teste; agora vive em ArmArchitecture.ARMV6K_THUMB2 no
arm-jitter, ao lado de ARMV6K.
O nome deliberadamente não diz "THUMB2" sozinho nem "ARMv7": não é o ARMv7-A
completo da task B3 (sem VFP/SDIV/UDIV), nem sequer o Thumb-2 completo do épico B2
(faltam load/store 32-bit de B2.3, branches+IT de B2.4 e misc de B2.5 — mesmo já ✅ no
índice de tasks, o Objetivo desta task B4.0.2 escopa só B2.1-B2.2; a convenção
documentada no arm-jitter é acrescentar o DecoderExtension de cada B2.x nova ao
preset conforme fecham).
testdata/thumb2-torture.s cobre pelo menos um representante de cada grupo pedido:
- modified immediate com carry-out (
ANDS/ADDScom imediato rotacionado;MVNvia o aliasORN+Rn=PCde graça); MOVW+MOVTcompondo uma constante de 32 bits;ADD Rd,SP,#imm(Rn=SP genérico) eADRnas duas direções (Rn=PC, soma e subtração — cobre os dois ramosPLAIN_OP_ADD/PLAIN_OP_SUB);- forma registrador com shift imediato (
ADD ...,LSL#n) eRRX(só existe em Thumb-2, sem equivalente Thumb-1).
Escrito à mão em encoding Thumb-2 de 32 bits genuíno (.syntax unified, sufixo .w
explícito nos casos ambíguos) — só usa branches Thumb-1 de 16 bits (B/Bcc
curtos): B.W/BL.W de 32 bits são o grupo de branches/IT de B2.4, que este preset
ainda não decodifica, e um branch de 32 bits no teste viraria UNDEFINED.
java -jar target/armbox-*.jar --arch=thumb2 testdata/thumb2-torture.elf # exit 0, "thumb2 torture: ok"
java -jar target/armbox-*.jar --arch=thumb2 --interp testdata/thumb2-torture.elf
java -jar target/armbox-*.jar --arch=thumb2 --check testdata/thumb2-torture.elfNível N3 da matriz (docs/VALIDACAO-ARQUITETURAS.md do arm-jitter) para Thumb-2: código
que nós não escrevemos à mão, com a malícia real de um compilador — load/store de 32
bits, tabela TBB e IT blocks à vontade.
testdata/hello-thumb2.c é gcc real (-march=armv7-a -mthumb -Os -nostdlib -static,
ver o comentário no topo do .c): um struct com bitfields (UBFX/SBFX/STRH), STRD
explícito, um switch denso que o gcc compila para TBB, e um qsort pequeno e recursivo
(IT blocks + cmp/branches curtos). Roda com --arch=armv7a, não --arch=thumb2 —
o struct com bitfields obriga UBFX/SBFX, que só o preset ARMV7A decodifica em
Thumb-2 (ArmFeature.BIT_FIELD; ARMV6K_THUMB2 não tem essa feature, decisão do épico
B3), mesmo fallback previsto pela própria task quando o binário usa algo v7-only.
objdump -d confirma ldr.w/strd/ldmia.w/tbb/it(e)/bl no binário, e a
ausência de sdiv/udiv/movw/movt/bfi/dmb (só ubfx/sbfx, daí o fallback).
java -jar target/armbox-*.jar --arch=armv7a testdata/hello-thumb2.elf # checksum hex + exit 0
java -jar target/armbox-*.jar --arch=armv7a --interp testdata/hello-thumb2.elf
java -jar target/armbox-*.jar --arch=armv7a --check testdata/hello-thumb2.elfAchado real desta task: o preset público ArmArchitecture.ARMV7A (arm-jitter) tinha
um bug de fiação — Thumb2DataProcessingDecoder/Thumb2RegisterDataProcessingDecoder/
Thumb2MultiplyDecoder recebiam ARMV6K_THUMB2_FEATURES (sem BIT_FIELD/
BIT_REVERSE/MLS_MULTIPLY/DIVIDE) no construtor em vez de ARMV7A_FEATURES, então
UBFX/SBFX/RBIT/SDIV/UDIV/MLS em encoding Thumb-2 viravam UNDEFINED
mesmo com o preset ARMV7A tendo as features certas — o encoding ARM clássico nunca
teve esse bug (usa a architecture real, não uma cópia guardada no construtor).
Corrigido no arm-jitter; ver o javadoc de ArmArchitecture.ARMV7A e o teste de
regressão ArmV7aThumb2PresetIntegrationTest (decodifica contra o preset PÚBLICO, não
um preset sintético de teste — é o que teria pego esse bug antes).
Busybox Thumb-2 (item 3 da task, NÃO fechado nesta sessão): a task pede um busybox
estático compilado em Thumb-2, baixado ou buildado. Não há binário pré-compilado em
Thumb-2 nos releases oficiais de busybox.net (só ARM mode, uclibc-static, ver
testdata/busybox-armv5l). Buildar da fonte exige um toolchain arm-linux-* (musl/
glibc) real — os cross-toolchains Linux do musl.cc (armv7l-linux-musleabihf-cross,
por exemplo) são binários ELF Linux, não rodam neste ambiente Windows/MSYS2 (sem WSL
com uma distro completa configurada); o devkitARM instalado é bare-metal
(arm-none-eabi, sem libc de userspace Linux), não serve para linkar busybox. Fica
pendente para uma sessão com um toolchain arm-linux-* real disponível (ex.: WSL com
uma distro Linux configurada, ou um cross-toolchain Windows-hosted).
--machine=cortex-m é um segundo modo de máquina, ao lado do linux-user de sempre:
sem SO, boot pela tabela de vetores (ARMv7-M ARM §B1.5.5) em vez de ELF+syscalls.
Reusa o loader ELF (.elf) — ou aceita .bin cru carregado direto em 0x0 — e os
mesmos 3 backends (JIT/interpretado/--check).
Mapa de memória fixo: flash em 0x00000000 (imagem carregada), RAM em 0x20000000
(tamanho por --ram-size, default 1 MiB), SCS (System Control Space — NVIC/SysTick/
SHPR/VTOR/...) em 0xE000E000, implementado por
dev.vitorsilverio.armjitter.core.MProfileSystemControl. Todo o mapa vive num
PagedAddressSpace (task C3) — primeiro consumidor real do utilitário fora dos
próprios testes/benchmark dele.
Saída via semihosting (BKPT 0xAB, convenção ARM padrão: R0 = operação, R1 =
ponteiro/valor de argumento) — implementado como um BkptDispatcher novo no
arm-jitter (mesmo padrão do SwiDispatcher de SWI), instalado via
ArmCore#setBkptDispatcher:
SYS_WRITE0(0x04): string NUL-terminada em[R1]→ stdout (limite de 64 KiB contra firmware quebrado sem NUL).SYS_WRITEC(0x03): um caractere em[R1]→ stdout.SYS_EXIT(0x18):R1= código de saída do processo.
java -jar target/armbox-*.jar --arch=armv7m --machine=cortex-m testdata/cortexm-torture.elf # exit 0
java -jar target/armbox-*.jar --arch=armv6m --machine=cortex-m testdata/cortexm-torture-m0.elf
java -jar target/armbox-*.jar --arch=armv7m --machine=cortex-m testdata/hello-cortexm.elf # "hello cortex-m"testdata/cortexm-torture.s (ARMv7-M, -mcpu=cortex-m3) e testdata/cortexm-torture-m0.s
(subconjunto ARMv6-M, -mcpu=cortex-m0, sem MOVW/MOVT/SDIV/UDIV/UBFX/LDREX/STREX/blocos
IT) cobrem: reset com MSP correto; SVC respondido em MSP e depois em PSP (troca via
CONTROL.SPSEL); SysTick (RVR curto, TICKINT, contador incrementado por handler);
PendSV pendido de DENTRO do handler de SysTick e só entrando depois (prioridade
igual não preempta); PRIMASK segurando a entrega e liberando na sequência;
MRS/MSR de MSP/PSP/CONTROL/PRIMASK ida-e-volta; e (só a variante m3)
MOVW/MOVT, SDIV/UDIV, UBFX, LDREX+STREX. Sai com 0 (tudo passou) ou 1
(alguma checagem falhou) — cortexm-torture-broken.s é o "teste do teste" (uma
checagem deliberadamente errada, prova que o harness detecta regressão).
hello-cortexm.c é o sinal de compilador real: gcc puro (-nostdlib, sem CRT), tabela
de vetores como array de ponteiros de função em C (o compilador já emite o bit Thumb
certo em cada entrada, sem .word cru).
Ver CortexMTortureTest (JUnit) e dev.vitorsilverio.armbox.baremetal.CortexMMachine.
JDK do projeto = JBR 25 (C:\Users\user\.jdks\jbr-25.0.3). dev.vitorsilverio:arm-jitter:1.0.0
(+ arm-jitter-truffle) resolvem do Maven Central, sem mvn install local. Só é preciso
instalar uma versão local (-SNAPSHOT, sem commitar) quando se está desenvolvendo a lib junto
com o armbox — ver arm-jitter/README.md.
5 variantes do perfil Maven native medidas na mesma máquina/sessão (GraalVM
25.0.3+9.1 Oracle, MSVC 19.44.35226, armbox.exe). Protocolo: best-of-5 para
startup/throughput; RSS = PeakWorkingSet64 amostrado por polling a cada 20ms
durante a execução única do workload de throughput; corretude = hello.elf
(exit 42) + busybox-armv5l sh -c "echo hi" (stdout hi, exit 0) nos dois
backends (--truffle/--interp).
Workloads: startup = armbox.exe --truffle hello.elf; throughput = o loop de
referência das tasks A5/A7 (busybox sh -c 'i=0; while [ $i -lt 2000 ]; do i=$((i+1)); done; echo done $i') medido em --truffle e --interp; RSS
amostrado durante o throughput --truffle.
| # | Variante | Startup (ms) | Throughput truffle (ms) | Throughput interp (ms) | RSS pico (MB) | Corretude |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Baseline (config anterior à A8) | 31,25 | 2563,80 | 1720,41 | 101,84 | ✅ |
| 2 | -O3 |
43,22 | 2318,97 | 1625,09 | 103,56 | ✅ |
| 3 | -O3 -march=native |
33,50 | 2174,94 | 1535,99 | 103,84 | ✅ |
| 4 | --gc=G1 |
— | — | — | — | 🔴 build falhou: Error: The G1 garbage collector ('--gc=G1') is currently only supported on Linux AMD64 and AArch64. (esperado pela própria task — registrado, não é bloqueio) |
| 5 | --pgo=<profile> -O3 ✅ vencedora |
33,01 | 2101,03 | 1466,21 | 97,29 | ✅ |
A variante 5 (PGO+O3) venceu (ou empatou) as 4 métricas simultaneamente —
melhor throughput nos dois backends, menor RSS (única variante ABAIXO do
baseline) e startup no mesmo patamar da -march=native — e foi promovida a
default do perfil native (pom.xml). -march=native (variante 3) gera
binário não-portável (amarrado ao microarch da máquina de build) e não venceu
PGO em nenhuma métrica, por isso não foi escolhida apesar de próxima.
O perfil PGO usado (native-profile/default.iprof, comitado no repo) foi
gerado com o workload de throughput --truffle + hello.elf (cobre boot e
loop quente), conforme a task pede. Para regenerar após mudanças relevantes de
código (arm-jitter/truffle ou armbox):
call "C:\Program Files\Microsoft Visual Studio\2022\Community\VC\Auxiliary\Build\vcvars64.bat"
set JAVA_HOME=E:\graalvm-jdk-25.0.3+9.1
set PATH=%JAVA_HOME%\bin;%PATH%
cd armbox
:: 1. build instrumentado (edite temporariamente o buildArg para --pgo-instrument)
mvn -Pnative -DskipTests package
target\armbox.exe --truffle testdata\hello.elf
target\armbox.exe --truffle testdata\busybox-armv5l sh -c "i=0; while [ $i -lt 2000 ]; do i=$((i+1)); done; echo done $i"
:: gera .\default.iprof (CWD do processo, não target\)
move default.iprof native-profile\default.iprof
:: 2. build final (buildArg de volta a --pgo=native-profile/default.iprof -O3)
mvn -Pnative -DskipTests packageArmadilha confirmada (já citada na task): o build instrumentado é
deliberadamente lento — não comparar tempos dele, só existe para gerar o
.iprof. G1 falhou por ser Linux/AArch64-only nesta versão do native-image,
não por erro de configuração.
BSD 3-Clause — ver LICENSE.
Os binários de terceiros usados em testes e execução (BIOS, firmware, ROMs, kernels,
busybox) não são cobertos por esta licença e não são redistribuídos por este projeto
salvo quando a licença original permitir; ver o README.md do diretório correspondente.